domingo, 28 de agosto de 2011

CONCLUSÃO E ATÉ UMA PRÓXIMA EXPERIÊNCIA


  
   Esse é o último post da equipe Quimeleka, o nosso intuito foi levar aos nossos leitores, um conhecimento mais aprofundado dos elementos que fazem a diferença no dia a dia de muitas pessoas, os elementos químicos pesquisados pela equipe são chamados: antimônio, telúrio, polônio e astato, mostrando tudo o que foi proprosto. 
Que esse post final,  e todo o restante do blog seja apreciado sem moderação!

PRESTE ATENÇÃO:
 PEDIMOS AOS DEMAIS ALUNOS QUE POSTEM SEUS COMENTÁRIOS SOBRE TODO O CONTEUDO PROPOSTO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS.


Atenciosamente: Camila de Morais,  Deuseny Caetano e Manoel Honorato

Astato - suas utilidades

 




   O astato tem maior importância no campo teórico do que no campo prático. Atualmente, não é conhecida nenhuma aplicação prática deste elemento.
   Mais, seu isótopo o At-211 tem uso proposto em radioterapia para tratamento de diversos tumores.


FONTE: http://quimlab.com.br/guiadoselementos/astatinio.htm

Astato - Características

 



   Este elemento altamente radioativo é quimicamente como os demais halogênios, especialmente como o iodo. O astato tem caráter mais metálico que o iodo.
   É o elemento mais pesado entre todos os halogênios, e apresenta cinco estados de oxidação: +7. +5, +3, +1 e -1. Forma compostos com outros halogênios, tais como, AtCl e AtI.


FONTE:  http://quimlab.com.br/guiadoselementos/astatinio.htm


Astato - Introdução e História

Emilio Segrè


  
   Do Grego Astatos que significa instável. Foi descoberto em 1940 por D.R.Corson, R. Mackenzie e E. Segre nos USA. Obtido sinteticamente pelo bombardeamento do Bismuto com partículas alfa. Seu isótopo mais estável, At-210, tem meia vida de 8.1 horas. Somente pode existir em quantidades ínfimas em equilíbrio nos minerais de urânio.

   Estima-se que existam menos que 30 g de Astatínio na crosta terrestre. Suas reações são semelhantes aos outros halogênios, mas deve possuir caráter mais metálico que o iodo.
















Polônio - suas utilidades

eliminadores de estática e que costumavam conter uma pequena quantidade de polônio


   Esse elemento ocorre na natureza como um produto de decomposição radioativas do actínio, urânio e do tório; ele pode ser feito artificialmente através do chumbo com partículas aceleradas eletricamente ou com nêutrons, e pode-se utilizar bismuto.






   Este elemento tem sido usado em dispositivos que eliminam cargas estáticas produzidas nas indústrias de laminação de papel, laminação de plásticos e fiação de fibras sintéticas na indústria têxtil, entre outras. As fontes de qualquer decaimento beta são geralmente mais usadas e menos perigosas.
O polônio é usado em escovas que removem a poeira acumulada em filmes fotográficos. O polônio nestas escovas é selado, assim controlando e minimizando o perigo da radiação.
Pequenas quantidades adicionadas as velas ( eletrodos de ignição de motores de combustão interna ) melhoram o desempenho destes dispositivos.
    

O polônio é proposto para ser usado como gerador termoelétrico em satélites artificiais e sondas espaciais. Como quase toda a radiação alfa pode facilmente ser parada por recipientes comuns e, ao colidir contra as superficies destes libera energia, o polônio é pesquisado para ser usado como uma fonte de calor para a fabricação de pilhas termoelétricas de pouco peso que seriam usadas em satélites artificiais.

   



O polônio é usado no tabaco com arsênico e naftalina,que é uma das principais causas de câncer para quem fuma.

FONTE: http://quimlab.com.br/guiadoselementos/polonio.htm







Polônio - Dados gerais


Dados:


Nome: Polônio (Po)
Pertence ao grupo: 6
Classificação: semi-metal
Numero atômico: 84
Massa atômica: 209
Ponto de fusão: 527 K
Ponto de ebulição: 1235 K


FONTE: http://quimlab.com.br/guiadoselementos/polonio.htm

Polônio - Introdução e sua História

Descobridores do Polônio


   O Polônio é um elemento químico semi-metálico, e possui mais isótopos do que os outros elementos radioativos e tem semelhança com o Bismuto (Bi). Foi descoberto pelo físico francês Pierre Curie e pela física polonesa Maria Skodowska Curie em 1898, e descobriram o (Po) em quanto investigavam e faziam analises radioquímicas pelos minérios de urânio.